Este trecho de mais de mil quilômetros foi escolhido porque atravessa um região de expansão da infra-estrutura e aumento do desmatamento. isto Será uma espécie de transecto social, mostrando um recorte da sociedade amazônica, incluindo indígenas, garimpeiros e madeireiros ilegais.

Ao longo do caminho, os ciclistas atravessarão várias áreas protegidas, Incluindo territórios indígenas e parques criados para proteger a diversidade natural insuperável da região. Essas visitas trarão Discussões sobre a conservação da floresta, proteção da biodiversidade, as mudanças climáticas e os direitos dos povos da floresta.

A rota também foi escolhida para colocar os aventureiros em contato com habitantes das cidades e povoados que surgiram na estrada. Verão extensas pastagens que substituíram a floresta natural com pouco benefício real para as pessoas. Também encontrarão esforços para reduzir o desmatamento sem reduzir as perspectivas de desenvolvimento econômico na região. A expedição de duas rodas também vai levar os viajantes a lugares onde serão instalados projetos de infra-estruturas de escala como o hub de transporte de Tapajós, composto de portos, hidrelétricas e ferrovias.